segunda-feira, 22 de novembro de 2010

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A saudade muda de rosto, mas não de coração.
A saudade muda de sorriso, mas não de beleza.
A saudade muda de nome, mas não de identidade
A saudade muda de lugar, mas não de profundidade.
A saudade muda de datas, mas não de importância.
A saudade muda de idioma, mas não de essência.
A saudade muda de melodia, mas não de palavras.
A saudade é divinamente onipresente.

Um comentário:

Alexandre Sousa disse...

Bendito seja Deus pela saudade, pois ela nos faz lembrar do quanto amamos alguem. Saudade é o despertar daquilo que está lá dentro, lá no íntimo. Tão escondido que passa despercebido no dia-a-dia.

Lindo texto, Vivi!
Que Deus te abençoe!